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GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | OS SOFRIMENTOS DO JOVEM WERTHER


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Neste encontro, analisaremos sob a perspectiva filosófica o romance epistolar de Goethe, uma história de amor que nos revela que a vida só pode ser efetivamente guiada pelas emoções e que encarna a ideia romântica de que é legítimo “morrer por amor”.

5 AULAS*: R$540

*Para a compra do pacote de cinco aulas, entre em contato pelo telefone (21) 2227-2237



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | A DIVINA COMÉDIA


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Nesta aula, veremos o tema do amor em A divina comédia, escrita por Dante Alighieri na Idade Média, quando este sentimento se manifestava na valorização da “musa inspiradora” pela poesia dos trovadores.
 

5 AULAS*: R$540

*Para a compra do pacote de cinco aulas, entre em contato pelo telefone (21) 2227-2237



COMO NOS RELACIONAMOS HOJE?


Em uma sociedade marcada pela exigência da felicidade, qual o lugar do amor e do prazer e de que forma podemos melhorar o conflito entre realidade e desejo? Referência quando o assunto é relacionamentos na contemporaneidade, o psicanalista Contardo Calligaris provoca ao refletir sobre as condições de bem-estar nas relações atuais, atravessadas por aspectos culturais em constante transformação.

A CASA DO SABER RIO convida Contardo Calligaris a compartilhar sua experiência como psicanalista e cronista num debate sobre a forma como nos relacionamos (ou tentamos nos relacionar) no mundo contemporâneo.



OS LUSÍADAS E A EPOPEIA DE CAMÕES


Na literatura clássica, as grandes narrativas sobre feitos heroicos ficavam a cargo do gênero épico, ou epopeias. Aspectos históricos e míticos confundem-se na construção de poemas gloriosos que configuraram a consolidação cultural de diferentes nações.

Em Os Lusíadas, obra-prima de Luís Vaz de Camões, a história de Portugal é contada a partir das grandes descobertas, da vitória dos navegadores sobre os fenômenos desconhecidos dos oceanos, sobre sua coragem e destreza em países de culturas diversas e ignoradas, além do drama do amor que submete os homens.

Ao longo de três encontros, revisitaremos os episódios mais emblemáticos da epopeia camoniana, discutindo sua importância na literatura clássica e seu elogio ao povo português.



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | ANNA KARENINA


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Neste encontro, veremos como a relação entre Anna e Vronsk, assim como a narrativa sobre todas as personagens que marcam este grande clássico, são de suma relevância e atualidade, principalmente levando em conta as relações de gênero e classe e seus efeitos na esfera privada.



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | ROMEU E JULIETA


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Neste encontro discutiremos como o romance entre os amantes de Verona transformou-se no mito fundador do amor para nossa cultura, através de seu enquadramento político.



GRANDES OBRAS SOBRE O AMOR | O ADEUS


“O que é amar senão compreender e regozijar-se com o fato de que um ser viva, aja e sinta de maneira diferente da nossa, até mesmo oposta?”, escreveu Nietzsche em seu Humano, Demasiado Humano. Por vezes, a filosofia procurou responder à questão sobre o que é o amor e o que nos leva a sucumbir a ele. Nesse sentido, a literatura também fez a sua parte ao retratar a sensibilidade e as angústias de uma alma apaixonada, através de romances consagrados que atravessaram o tempo.

O que os pensadores clássicos têm a nos dizer sobre a condição humana perpassada pela experiência do amor? De que forma suas tramas e personagens refletem as relações intersubjetivas e os aspectos históricos e sociais de suas épocas?

Neste encontro, veremos, como afirmou Friedrich von Schlegel, que o Romantismo não só se propunha à dissolução e à mistura dos gêneros literários e das ideias de beleza como buscava a fusão entre a vida e a poesia. E mais: socializar a poesia."



AMÓS OZ, HUMANISMO E TOLERÂNCIA COMO PRINCÍPIO


Considerado um dos intelectuais israelenses mais aclamados da atualidade, Amós Oz nasceu em 4 de maio de 1939, em Jerusalém. Com uma interpretação racional sobre um dos mais complexos conflitos históricos do mundo, o escritor foi um defensor da paz com os palestinos sem nunca deixar de lado seu amor por Israel. Morreu no dia 28 de dezembro de 2018 sem ter visto a resolução do conflito.

Oz estudou Literatura e Filosofia na Universidade Hebraica de Jerusalém no início da década de 1960, época em que também começou a publicar seus primeiros trabalhos em forma de contos. Seu primeiro livro, Where the Jackals Howl, foi lançado em 1965. Escritor, jornalista e ensaísta, venceu inúmeras premiações, incluindo os prêmios Goethe, Franz Kafka e uma indicação ao Nobel de Literatura em 2002.

Nesse encontro, o historiador e cocoordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Árabes e Judaicos (Niej) da UFRJ Michel Gherman celebrará a vida e a obra deste grande pensador que, assim como declarou o jornalista Guga Chacra na sequência de sua morte, “merecia o Nobel de Literatura. E também o da Paz”.



O "DESPERTAR" EM PROUST E KAFKA


O escritor francês Marcel Proust começa sua grande obra literária pela experiência do despertar. Em sua busca do tempo perdido, a passagem do sono à vigília representa a possibilidade de lembrar do passado infantil a partir do presente em que está o narrador adulto. Tal experiência instantânea de suspensão da ordem do tempo fez com que o filósofo e crítico literário Walter Benjamin o relacionasse à história.

Também no começo do século XX, outro autor começava duas obras fundamentais pelo acordar. Trata-se do tcheco Franz Kafka. A metamorfose e O processo têm seu início de manhã, quando se deflagra a passagem do estado de normalidade a um estado de estranheza na condição do protagonista. Este curso tratará do “despertar” em Proust e Kafka.