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A INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS SEGUNDO JUNG


Já acordou intrigado com um sonho? Ou quem sabe vários? Mesmo tendo a certeza de que significaram algo importante, não conseguiu desvendar suas mensagens? A notícia é que você não está sozinho! Esse fato já aconteceu ao menos uma vez na vida de qualquer ser humano. Todos nós sonhamos todas as noites vários sonhos. Porém, muitas vezes acordamos sem nos lembrarmos deles. Algo assim tão natural e involuntário quanto respirar certamente possui uma função essencial ao equilíbrio da psique. Disso já sabiam os xamãs e sacerdotes da Antiguidade que se dedicavam a estudar e compreender os sonhos, assim como hoje continuamos a fazê-lo em salas de universidades e consultórios de analistas com o mesmo fascínio.

Entre os vários estudiosos que se debruçaram sobre o tema, Carl Gustav Jung, o criador da Psicologia Analítica, nos forneceu ferramentas valiosas que possibilitaram ampliar a compreensão dos sonhos para além dos reflexos de uma consciência pessoal, reconhecendo-os como importante via de conexão com o que nos transcende. E é sob a ótica de Jung que, em três encontros, iremos compreender um sonho através da sua linguagem simbólica.



CETICISMO E MODERNIDADE


O ceticismo pode ser visto como herança platônica – desenvolveu-se na própria Academia fundada pelo filósofo grego. Considerado morto e enterrado ao final da Antiguidade Tardia, retornou com força total à cena filosófica de mil anos depois. Nesse curso, analisaremos os motivos dessa retomada e como ela foi determinante na formação do pensamento moderno.



MELANCOLIA E CRIAÇÃO LITERÁRIA


O que podem nos inspirar os universos poéticos da escritora brasileira Ana Cristina Cesar (1952-1983) e da portuguesa Florbela Espanca (1894-1930)? A relação da melancolia com a escrita e a possibilidade de tornar-se outro aparecem com frequência na literatura. Acompanhando registros da melancolia desde a Antiguidade, vamos construir, ao longo de três encontros, um percurso histórico até a concepção de Freud. Para tanto, abordaremos conceitos caros à psicanálise, como o narcisismo e a pulsão de morte, a fim de tentar definir e compreender o quadro melancólico, a sua intensidade e a tormenta por ele gerada.



DA TRAGÉDIA ANTIGA AO DRAMA MODERNO


Desde a sua origem, na antiguidade grega, a forma dramática revela a tragédia humana. Nas peças de Ésquilo e Sófocles, com heróis exemplares como Orestes e Édipo, vemos o ser humano exercitar a liberdade de agir até mesmo diante de um destino inexorável. Nos primórdios da modernidade, as peças de Shakespeare nos mostram o peso da reflexão subjetiva, que gera, por exemplo, a melancolia de seu famoso Hamlet. Na virada do século XIX para o XX, a capacidade tanto de agir livremente quanto de refletir e dialogar eficazmente é suspensa, em especial a partir de Tchekhov. No ápice dessa “crise do drama”, Beckett nos apresenta a suspensão da ação e do diálogo numa potente cena teatral.



O CUIDADO DE SI


Na Antiguidade greco-romana havia grande interesse por um tema negligenciado pelos filósofos modernos, mas que tem sido retomado na contemporaneidade: o cuidado de si. Epiméleia heatou para os gregos ou cura sui para os romanos, trata-se de importante dimensão da atividade filosófica, sendo, para alguns pensadores, o objetivo fundamental da filosofia. Michel Foucault se interessou em resgatar essa antiga arte de viver, promovendo um olhar diferente sobre a relação entre sujeito e verdade e sugerindo uma maneira diversa de pensar e viver o aperfeiçoamento de si. O que filósofos como Sócrates, Sêneca, Marco Aurélio, Epiteto e Epicuro têm a nos ensinar sobre a maneira como, na atualidade, cada um de nós tem exercido a relação consigo mesmo e com o mundo?



MITOLOGIA E CINEMA


A proposta do curso é trabalhar com alguns desdobramentos da mitologia grega no cinema de arte moderno. Pensar o modo como cineastas inventivos recriaram, à luz de questões candentes de seus momentos históricos, o rico imaginário mítico legado ao Ocidente pela Antiguidade arcaica. Material fabular que foi retrabalhado também pelos tragediógrafos da Grécia clássica e que, através dos séculos, vem sendo uma fonte inesgotável de iluminação para psicanalistas, artistas, filósofos.



O PENSAMENTO DE SANTO AGOSTINHO


O curso apresenta, de forma introdutória, o pensamento de Agostinho de Hipona (345-430). Nascido em Tagasta (hoje Souk-Ahras, Argélia), converteu-se ao Cristianismo em 386, renunciando a uma brilhante carreira de professor de Retórica. Sua obra, que marca a passagem entre a Antiguidade e o Cristianismo, estabeleceu a base do homem ocidental.



CORRUPÇÃO


A corrupção é um fenômeno político e social com o qual convivemos diariamente. Escândalos acumulam-se nas primeiras páginas de jornais; governantes e opositores trocam acusações sobre desvios de verbas públicas; manifestantes pedem seu combate em protestos em todo país. Longe de ser uma novidade contemporânea, existem registros de casos de corrupção que remontam à Antiguidade, e até os dias atuais, ela vem se instalando nas instâncias de poder dos quatro cantos do mundo, sob as mais diversas formas.

Para falar sobre o assunto, a CASA DO SABER RIO O GLOBO recebe o advogado Renan Flumian, coautor de Dr. Corrupção, e o jornalista Chico Otávio, coautor de Os porões da contravenção. Afinal, o que é a corrupção? De que formas ela se apresenta? Como vem se entranhando nos Estados – do Brasil e do mundo?



INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DA ARTE


O curso oferece uma introdução ao universo da história da arte ocidental a partir de aspectos artísticos desenvolvidos da Pré-História à Antiguidade. Em aulas fartamente ilustradas, as análises abrangerão das pinturas das cavernas ao legado do antigo Egito, passando pelos monumentos da Mesopotâmia.