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A CULTURA NA CRISE: UMA CONVERSA SOBRE GESTÃO E RESISTÊNCIA


A Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage é um dos símbolos da arte contemporânea no Rio de Janeiro. Em seu quadro discente, constam nomes como Daniel Senize, Beatriz Milhazes, Ernesto Neto, Adriana Varejão, entre tantos outros. A escola tem se posicionado mais fortemente nos últimos anos como um destacado espaço de resistência cultural na cidade, tendo realizado importantes exposições. Uma delas foi a Queermuseu: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, que contou com a maior campanha de financiamento coletivo do país, captando mais de R$ 1 milhão de quase 1,7 mil pessoas, e vendendo obras de arte doadas por 70 artistas, além do show do cantor e compositor Caetano Veloso para levantar recursos.

Recentemente exonerado da direção da EAV por supostas irregularidades em sua gestão, Fabio Szwarcwald abre o calendário de encontros gratuitos da CASA DO SABER RIO para falar sobre a sua trajetória à frente da direção da EAV, apresentando as conquistas e os desafios de gerir espaços de arte e cultura. Sobre sua trajetória, Szwarcwald afirmou ter deixado o mercado financeiro “para mostrar que é importante a sociedade participar mais ativamente da gestão dos equipamentos públicos. É muito positivo trazer a experiência da iniciativa privada”.



GUERRA DOS SEIS DIAS, 50 ANOS DEPOIS


O curso busca analisar as relações e os conflitos que opuseram árabes e israelenses na Guerra dos Seis Dias (1967), que mudou o Oriente Médio e reconfigurou a chamada Questão Palestina. A proposta é observar o conflito não apenas pelo viés dos campos de batalha ou dos enfrentamentos sangrentos, mas também pela produção cultural dos dois povos. A poesia, a música, a literatura, o cinema e as artes visuais são algumas das “armas” usadas nos dois lados dessa disputa simbólica.



UM ROTEIRO PELA ARTE HOLANDESA


Esse curso pretende oferecer uma discussão sobre artes visuais através de viagem virtual por cidades holandesas. Na primeira aula, uma tomada geral de Amsterdam, com análise de suas características particulares, com destaque para a coleção do Rijksmuseum. O segundo encontro consistirá numa visita ao patrimônio artístico de cidades como Haia, Delft, Utrecht, entre outras.



ESTILHAÇOS DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL NAS ARTES


A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) foi o conflito mais sangrento já testemunhado pela humanidade. Estima-se que os ataques e confrontos tenham deixado entre 40 milhões e 72 milhões de mortos, em sua maioria civis. A destruição atingiu níveis inéditos com os bombardeios aéreos indiscriminados, campos de concentração e bombas atômicas. As transformações derivadas do conflito foram muitas. Na época, o novo eixo econômico e político do Ocidente passou a ser os Estados Unidos. O mesmo aconteceu no campo das artes. Paris deu lugar a Nova York como centro da efervescência cultural, com o reforço de novos moradores ilustres, entre os quais Max Ernst, Andre Bréton, Marcel Duchamp, Marc Chagall, Piet Mondrian e outros, que fugiam de uma Europa dilacerada.

Pode soar paradoxal que um período de tantos horrores tenha ensejado tanta criatividade entre pintores e poetas, cineastas, romancistas e músicos. Mas assim foi. Por um lado, era necessário escapar da realidade. Por outro, exprimir a dor através da arte. Nesse ciclo, que começa exatamente 70 anos após o dia em que Hitler morreu, a CASA DO SABER RIO O GLOBO reúne cinco professores para explicar o que foi a Segunda Guerra Mundial e discutir seu impacto no campo das artes visuais, da literatura, da música e do cinema.  



BAUDELAIRE: O HOMEM, O POETA, O CRÍTICO DE ARTE


Absorvendo a cidade, seus subúrbios e vielas, e traduzindo-a em versos, Charles Baudelaire tornou-se um dos mais importantes intérpretes da modernidade, do homem recém-adaptado ao meio urbano. Baudelaire redefiniu as tendências estéticas do século XIX com contribuições para além da poesia, com reflexões críticas sobre música, literatura e artes visuais. Neste curso, mergulharemos nas diversas faces deste múltiplo artista e flâneur, investigando aspectos da sua vida e de sua obra em poesia e prosa, além de abordar os contextos histórico, cultural e literário que o cercavam.



SURREALISMOS


"Esta incurável mania de reduzir o desconhecido ao conhecido, ao classificável, entorpece os cérebros", escreveu André Breton em seu primeiro Manifesto Surrealista no ano de 1924. Influenciados pela teoria psicanalítica de Freud, poetas, artistas e cineastas abraçaram o movimento cujo processo de criação está fundamentado na esfera do inconsciente, do onírico. Concebido em uma Europa fragilizada e arrasada após a Primeira Guerra Mundial, o Surrealismo contesta as crenças culturais e a postura do homem, vulnerável diante de uma realidade cada vez mais incompreensível e desestabilizada. Aproveitando a mostra com 150 trabalhos de Salvador Dalí no CCBB, reunimos na CASA DO SABER RIO O GLOBO três professores para analisar as obras dos principais autores (e atores) do movimento surrealista nas artes visuais, no cinema e na literatura.



COMO VAI VOCÊ, GERAÇÃO 80?, 30 ANOS DEPOIS


Em julho de 1984, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage abrigou uma grande exposição com um título interrogativamente casual: “Como vai você, Geração 80?”. Ela reuniu obras de 123 artistas em uma amostra da produção variada daquele início de década, após a efervescência das Diretas Já e nos estertores da ditadura militar, que vivia seu último ano. A exposição, que evidenciou uma volta à pintura, tornou-se uma referência importante na história das artes plásticas no país. “Está tudo aí”, afirmaram os curadores da mostra, “todas as cores, todas as formas, quadrados, transparências, matéria, massa pintada, massa humana, suor, aviãozinho, geração serrote, radicais e liberais, transvanguarda, punks, panquecas, pós-modernos, neo-expressionistas (...)”. Hoje, 30 anos depois, para onde foram alguns dos artistas símbolos daquele período?



O UNIVERSO DE SÍMBOLOS E MITOS NA HISTÓRIA DA ARTE


Esse curso oferece um panorama sobre o universo dos símbolos e mitos da história da arte ocidental. Serão feitas uma introdução ao mundo do simbólico e uma exposição sobre os principais mitos gregos apresentados pelas artes visuais ao longo dos tempos.