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A VIDA ARTÍSTICA E CULTURAL NA PARIS DOS ANOS 1920


O que James Joyce (1882-1941), F. Scott Fitzgerald (1896- 1940), Pablo Picasso (1881- 1973), Wassily Kandinsky (1866- 1944) e Ernest Hemingway (1899-1961) tem em comum? A cele-bridade em torno de suas obras e o fato de terem vivido os anos 1920 em Paris, ao qual nós também somos frequentemente transportados, seja pela arte desses grandes artistas, seja pelo imaginário construído pela indústria cinematográfica a respeito desse período. A visão bastante difundida de que a Paris desses tempos “era uma festa” tende a provocar alguns esquecimentos, como o de que vivia-se na Europa dos anos 1920 os primeiros momentos de um delicado pro-cesso de reconstrução social, econômica e de valores, após o fim do conflito bélico mais violen-to e mais marcante já ocorrido no continente europeu: a 1ª Guerra Mundial.

Entre a história e a memória, entre o imaginário mítico e a dura realidade, seremos reconduzidos a esses anos marcantes da primeira metade do século XX parisiense, guiados pela literatura, pelas obras de arte e também pela palavra de alguns dos especialistas no assunto. Sairemos des-sa experiência com uma visão mais densa sobre esses anos de criatividade, de riqueza e de hor-ror numa cidade que era, e ainda é, uma das maiores capitais artísticas do mundo.

>>> Esta palestra faz parte da programação online da CASA DO SABER RIO via Zoom. Os inscritos receberão por e-mail no dia de cada aula o código e a senha de acesso à sala virtual.

 



CINECLUBE | CARMEN MIRANDA: BANANA IS MY BUSINESS (1995), DE HELENA SOLBERG


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistir a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Nesta edição, dando sequência aos musicais, nada melhor do que estourar uma garrafa de champanhe, cantar e dançar com os grandes clássicos, revendo a sua importância para a história do cinema. Acompanharemos a ascensão, a queda e o retorno triunfal das produções musicais em Hollywood, que, neste novo milênio, voltaram a ocupar o seu merecido status de grandeza.

​Nesse encontro, vamos celebrar o Carnaval com a maior representante do samba nos musicais de Hollywood: Carmen Miranda. Premiado internacionalmente, o documentário Carmen Miranda: Banana is my Business (91 min) concentra as principais cenas da artista ao longo de sua carreira estelar.



AND THE OSCAR GOES TO...


Saber mais sobre a premiação do Oscar também significa acompanhar o momento sócio-político, histórico e cultural de cada região representada pelos indicados da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Significa igualmente entrar em contato, pelas lentes do glamour e do prestígio, não apenas com os filmes já laureados em quase 100 anos de história, mas também com as obras esnobadas pela Academia.

Ao longo de três encontros, falaremos um pouco sobre a história recente do cinema, com as atenções voltadas para o final desta década e a próxima edição do prêmio, que acontecerá em 09 de fevereiro de 2020. Serão destacados os momentos de glória e – e os momentos nem tão gloriosos assim –, os indicados, e o que eles simbolizam para o cinema na contemporaneidade. Além disso, vamos debater sobre os ganhadores e os injustiçados na 91ª Cerimônia do Oscar.



CINECLUBE | OS HOMENS PREFEREM AS LOIRAS (1953), HOWARD HAWKS


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistir a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Em 2020, vamos celebrar a 5ª edição do nosso cineclube. Para isso, nada melhor do que estourar uma garrafa de champanhe, cantar e dançar com os grandes clássicos, revendo a sua importância para a história do cinema. Acompanharemos a ascensão, a queda e o retorno triunfal das produções musicais em Hollywood, que, neste novo milênio, voltaram a ocupar o seu merecido status de grandeza.

 


Neste encontro: OS HOMENS PREFEREM AS LOIRAS (1953), HOWARD HAWKS

Estamos chegando ao centenário da atriz Jane Russell (e ao da grande Marilyn Monroe em alguns anos). Então, vejamos como a dupla de divas renovou a narrativa para personagens femininas, indo além da velha rivalidade entre mulheres que Hollywood sempre estimulou. Sem falar que a cena de "Diamonds are a girl's best friend" é uma referência icônica para o universo pop até hoje.

 



REPENSANDO O CINEMA COM A PSICANÁLISE


Os filmes selecionados para esse curso têm em comum o uso da lente cinematográfica para propor uma releitura do olhar, quase sempre viciado em repetir o próprio ponto de vista. Ao longo de três encontros, serão apresentados, a partir dos filmes, ângulos inesperados para o tratamento de questões humanas e classicamente psicanalíticas, como a psicopatia, o narcisismo e a transgeracionalidade.

*Recomenda-se aos inscritos que assistam previamente aos filmes que serão trabalhadas nos encontros.



CINECLUBE | CANTANDO NA CHUVA (1952), STANLEY DONEN E GENE KELLY


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistir a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Em 2020, vamos celebrar a 5ª edição do nosso cineclube. Para isso, nada melhor do que estourar uma garrafa de champanhe, cantar e dançar com os grandes clássicos, revendo a sua importância para a história do cinema. Acompanharemos a ascensão, a queda e o retorno triunfal das produções musicais em Hollywood, que, neste novo milênio, voltaram a ocupar o seu merecido status de grandeza.

 


Neste encontro: CANTANDO NA CHUVA (1952), STANLEY DONEN E GENE KELLY

Em homenagem a Stanley Donen, codiretor morto recentemente, analisemos as razões para este filme ser cultuado como o maior musical de todos os tempos. O que há para além da cena mais memorável na cinefilia hollywoodiana?

 



CINECLUBE | SEXO, MENTIRAS E VIDEOTAPE , DE STEVEN SODERBERGH


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistir a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Em sua quarta edição, encerrando o ciclo com o tema Palma de Ouro, apresentaremos outros dois vencedores da mais alta premiação do Festival de Cannes, abordando em detalhes a linguagem de cada um e as razões para o sucesso de público e crítica.



NIETZSCHE, DELEUZE E A ARTE: O IDEAL DE MUNDO VERDADEIRO E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS NEFASTAS


Da filosofia de Friedrich Nietzsche a Gilles Deleuze, passando pela arte de Herman Melville e pelo cinema de Orson Welles, a vida é vista por sua capacidade de produzir simulações, máscaras, tipos psicossociais e modos de existência inéditos. Essa abordagem da vida, contudo, só é devidamente compreendida se a opusermos ao ideal de um mundo verdadeiro, tal como concebido pela doutrina platônica. Contra o mundo da verdade e a consequente doutrina do julgamento, Nietzsche reflete sobre o poder de se criar maneiras inéditas de viver. E Deleuze ocupa-se das potências do falso da vida que se manifestam na criação artística. Nesse curso, a arte será usada como exemplo da mais alta potência do falso e como reflexo da crítica que tais autores empreendem ao ideal do mundo verdadeiro e suas consequências nefastas.



CINECLUBE | ENTRE OS MUROS DA ESCOLA,  DE LAURENT CANTET


O cineclube da CASA DO SABER RIO oferece aos interessados a oportunidade de assistir a filmes clássicos e contemporâneos seguidos por debates conduzidos pelo curador e crítico de cinema Filippo Pitanga.

Em sua quarta edição, encerrando o ciclo com o tema Palma de Ouro, apresentaremos outros dois vencedores da mais alta premiação do Festival de Cannes, abordando em detalhes a linguagem de cada um e as razões para o sucesso de público e crítica.