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GESTÃO DE MUDANÇAS: IMPORTÂNCIA E PRINCIPAIS CONCEITOS


A máxima bem conhecida de que “a única coisa que se mantém constante é a certeza da mudança” reflete o estado de espírito que adquirimos no século XX após tantas revoluções científicas e tecnológicas. Particularmente, nesta segunda década do terceiro milênio – tempos de profunda transformação digital –, este paradigma parece valer mais do que nunca.

Neste encontro, desmistificaremos a visão corrente de que as mudanças ocorrem no ambiente e que é preciso apenas se adaptar a elas. Ao contrário: são as mudanças interiores, em nós mesmos e em nossas empresas, as grandes alavancas para as contínuas mudanças que observamos no mundo. Como afirmou o escritor austríaco Peter Drucker: “não podemos prever o futuro, mas podemos criá-lo”.

TÓPICOS ABORDADOS:

• O que é Gestão de Mudanças?
• Qual a importância de seus conceitos principais?
• Onde ela se aplica?
• Como desenvolver sua vida profissional e pessoal a partir dos conceitos da Gestão de Mudanças?

>>> Esta palestra faz parte da programação online da CASA DO SABER RIO via Zoom. Os inscritos receberão por e-mail no dia de cada aula o código e a senha de acesso à sala virtual.

 



INOVAÇÃO, CRIATIVIDADE E MUDANÇA DE PARADIGMAS: QUAL SERÁ O NOVO NORMAL DEPOIS DA CRISE?


Um inimaginável cenário onde as mudanças estão revolucionando por completo o mundo que conhecemos. Qual seria o novo normal? Se apegar a uma fórmula que pode não mais funcionar no futuro. Há hoje a necessidade de se repensar as formas como fazemos o que fazemos e como sermos protagonistas, com mais criatividade, eficiência e inovação.

Nessa palestra, Augusto Uchoa fala sobre essa mudança de paradigmas, de exclusão de mitos, e de exploração de todo o potencial criativo que existe dentro de cada um, já que que não adianta pensarmos no futuro com as velhas ideias do passado.

TÓPICOS ABORDADOS:

• O tal lifelong learning, na prática
• Empaixão: empatia e compaixão
• Caminhos para inovação cotidiana
• Inovação num futuro incerto
• Explorando desejos, produtos e serviços
• Mitos que nos impedem de criar
• Mesclar conexões
• Competir menos e colaborar mais
• Criar rotinas produtivas

​​>>> Esta palestra faz parte da programação online da CASA DO SABER RIO via Zoom. Os inscritos receberão por e-mail no dia de cada aula o código e a senha de acesso à sala virtual.

 



MUDANÇAS CLIMÁTICAS: UMA QUESTÃO DE CIÊNCIA OU DE IDEOLOGIA?


O Brasil sempre ocupou uma posição de liderança no cenário internacional no que diz respeito à formulação das políticas de mudanças climáticas. Além de ter sediado a Rio 92 e a Rio+20, deu muitas contribuições que acabaram por se tornar paradigmáticas no combate ao aquecimento global. O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), por exemplo, que introduziu o comércio internacional de Reduções de Emissões e consubstanciou o princípio da “responsabilidade comum, porém diferenciada” no âmbito do Protocolo de Quioto, foi um dos inúmeros aportes que conferiram ao nosso país uma posição de destaque nas negociações multilaterais.

Nos últimos anos, entretanto, a participação brasileira veio perdendo o seu protagonismo. Uma série de imprecisões conceituais, aliadas a um viés ideológico que buscava aglutinar recursos e centralizar o processo decisório, culminaram por delinear um posicionamento oficial brasileiro não apenas conflitante com os princípios que devem nortear uma economia de mercado mas também alheio às vantagens comparativas que o Brasil apresenta quanto aos custos marginais de reduções de emissões.

Esse encontro tem o objetivo de apresentar os principais aspectos que precisam de urgente revisão tanto na recente política brasileira de mudanças climáticas quanto no Acordo de Paris.



COMO A NEUROCIÊNCIA PODE AJUDAR NA GESTÃO DA MUDANÇA?


Estamos vivendo um momento chave da transformação digital, no qual diversas empresas têm se esforçado para mudar a forma como trabalham, garantindo assim sua competitividade no mercado. Ainda que do ponto de vista racional todos compreendam a importância desse processo, na prática a mudança não é fácil. O entendimento do comportamento humano a partir da Neurociência ajuda a explicar a origem dessa resistência. Ao perceber como nosso cérebro constrói o hábito e processa a mudança, é possível desenhar estratégias mais eficientes que favoreçam a implementação de novos processos dentro das organizações.



PEQUENAS ESCOLHAS, GRANDES MUDANÇAS: O PODER DA MEDICINA DO ESTILO DE VIDA


Remédios demais, problemas de saúde mal resolvidos, ansiedade. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), atualmente, 70% das mortes ocorrem por doenças crônicas causadas por nossas escolhas no dia a dia. Refletir sobre o estilo de vida que optamos por seguir pode ser o primeiro passo para realinhar as demandas da rotina com hábitos mais saudáveis, buscando aumentar o bem-estar físico e emocional.

Nesse encontro, mostraremos, por meio de estudos de alta tecnologia e métodos científicos rigorosos, de que modo a medicina do estilo de vida, aliada à alegria de viver, às forças e aos valores que carregamos em cada um de nós, contribui efetivamente para uma atitude mais saudável diante das atribulações cotidianas.

PARCERIA

 



IMUNIDADE À MUDANÇA: COMO VENCER A RESISTÊNCIA ÀS TRANSFORMAÇÕES DE VIDA


O compromisso firmado com mudanças – sejam elas relacionadas ao trabalho, à saúde, à vida pessoal ou a outros projetos – muitas vezes não passa de um ritual logo abandonado. Essas posturas vêm sendo estudadas e acabaram por gerar um conceito importante no campo da Ciência do Bem-Estar: a Imunidade à Mudança, do inglês immunity-to-change. A questão é que o sistema imunológico pode trabalhar contra as mudanças, ainda que elas sejam desejadas. O desafio é trazer à tona os “motivos ocultos” por trás dessa resistência, para então desmitificá-los.

 

O objetivo do curso é ajudar indivíduos, equipes de trabalho e organizações a promover mudanças pessoais e coletivas, vencendo as barreiras no plano emocional e os mecanismos que sabotam a concretização dos avanços. Segundo um estudo feito em Harvard (EUA), 85% dos indivíduos não conseguem avançar sozinhos, mesmo quando mudar é fundamental para eles ou até questão de vida ou morte.



Nova economia, novos trabalhos


Com a nova economia, o avanço tecnológico e a onipresença da internet, vem um novo tipo de trabalho – em casa, descentralizado, mediado por aplicativos das mais variadas funções. Por um lado, a tecnologia auxilia a conexão entre clientes, profissionais e serviços, aproxima distâncias e acelera processos. Por outro, representa uma inevitável precarização do trabalho. Quais os impactos dessas mudanças?

Apoio acadêmico:      

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De Gutenberg ao e-book


Desde que a imprensa de Gutenberg revolucionou a história da cultura ocidental no século XV, com a impressão de pouco mais de cem Bíblias, a maneira como produzimos, reproduzimos e consumimos livros passou por diversas transformações até chegar aos formatos digitais, às obras criadas por meio de redes sociais e aos chamados mash-ups literários.

Como as leis vêm acompanhando tais mudanças? Quais os papéis, os direitos – e também as obrigações – de autores, editores e leitores? Como fica a questão da herança de licença no caso dos livros eletrônicos? Esses e outros assuntos controversos serão examinados nesse encontro, que propõe uma análise da evolução das leis na história da produção editorial.



É proibido proibir?


A tão mencionada crise de autoridade – verdadeiro novo sintoma da civilização – apresenta uma relação direta com a crise da função paterna. Esta se instituiu ao longo do século XX, com a mudança de status das mulheres nas sociedades pós-guerras, marcadas por seu ingresso no mercado de trabalho, pela ação dos movimentos feministas e, a partir dos anos 1960, pelo potencial liberador dos anticonceptivos. Nesse momento, a palavra do pai – a qual, por sua função interditora, enquadra e impõe limites ao desejo da criança – perdeu seu poder. A tal ponto que os movimentos político-sociais da época anunciavam claramente a nova era: Il est interdit d’interdire, entoavam os estudantes pelas ruas de Paris em Maio de 1968; É proibido proibir, cantava Caetano Veloso no mesmo ano, no Brasil.