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UMA BREVE HISTÓRIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS


Relações Internacionais é uma disciplina de fundamental relevância da Ciência Política. Focada nas relações entre os Estados e entre os Estados e outras instituições pertencentes ao sistema internacional, esta área do conhecimento caracteriza-se pela interdisciplinaridade, aglutinando, por exemplo, os campos da Política, do Direito, da Economia e da História.

Esse curso tem como objetivo apresentar um olhar global sobre a evolução do sistema internacional desde a Paz de Vestfália (1648) até o início do século XXI. O panorama será realizado a partir das perspectivas clássicas das Relações Internacionais, como a construção da noção de soberania, as guerras sistêmicas europeias, a formação dos Estados-Nação no século XIX, a universalização do Sistema de Estados- Nação para América, África e Ásia, as guerras mundiais e a Guerra Fria.



MODELOS DE SAÚDE: QUAL O SEU PREFERIDO?


A Constituição brasileira estabelece a saúde como um direito de todos e uma obrigação do Estado. Nesse sentido, foi criado em 1988 o Sistema Único de Saúde (SUS), que completou 30 anos acumulando qualidades e defeitos. Todos os brasileiros e estrangeiros legalmente residentes no Brasil têm, portanto, direito ao SUS. Por que, então, muitos se veem na obrigação de pagar mensalmente um plano de saúde suplementar?

Para entendermos como funcionam os sistemas e o acesso à saúde no Brasil e em outros países, assistiremos ao relato de Mitch Katz, CEO da NYC Health + Hospitals, maior sistema de saúde pública dos Estados Unidos, no TEDMED Talk. No vídeo, ele aborda o verdadeiro desafio de se oferecer saúde de qualidade a um grande número de pessoas.

Após a exibição, teremos um debate moderado pelo médico Miguel Souza Aguiar Netto, que receberá os também médicos Hans Dohmann e João Manoel Pedroso.



A REVOLUÇÃO FRANCESA 230 ANOS  DEPOIS: O BALANÇO DE UM LEGADO


Em 2019, completam-se duzentos e trinta anos do começo da Revolução Francesa. Iniciado com o abandono dos Estados-Gerais, por parte do Terceiro Estado, e a formação da Assembléia-Nacional, o movimento revolucionário ganharia o seu marco simbólico com a Tomada da Bastilha. A Bastilha funcionava como uma prisão para membros das camadas abastadas e letrados contrários ao governo, além de constituir um dos principais símbolos do absolutismo monárquico. 
 

Considerando o dia 14 de julho de 1789 como uma referência histórica que nos remete a valores e políticas importantes, este curso apresentará os antecedentes do movimento revolucionário e as rupturas por ele desencadeadas, que viriam a constituir um legado determinante no que diz respeito às instituições, aos direitos e à própria concepção de humanidade para o mundo contemporâneo.



REFUGIADOS - DA URGÊNCIA DO DEBATE


Muito se tem discutido sobre a emergência de novas populações em trânsito no mundo. Guerras, violações de direitos humanos e disputas econômicas impulsionam o aumento de solicitantes de refúgio. Os Estados receptores precisam focar na integração efetiva destes indivíduos, fomentando o seu acesso aos direitos sociais por meio de diferentes políticas públicas.

A CASA DO SABER RIO, em parceria com o PARES Cáritas RJ, recebe Mireile Muluila, da República Democrática do Congo, e Maria Gabriela Moreno, da Venezuela, para um bate-papo sobre a questão do refúgio no Brasil, que será seguida por uma experiência gastronômica com o casal José e Maria, também da vizinha Venezuela.

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ISRAEL, UM ESTADO JUDEU


No dia 19 de julho de 2018 o Parlamento de Israel aprovou uma controversa lei que define o país como o Estado do povo judeu. Legisladores árabes, cidadãos druzos, partidos de esquerda e representantes do judaísmo liberal criticaram a aprovação da lei, afirmando que ela é discriminatória e coloca em risco a democracia do país.

Aprovada por 62 votos a 55, após um intenso debate, a "lei "naçãonal" protege a identidade judaica de Israel. A nova legislação afirma que "Israel é a terra natal histórica do povo judeu", ao qual é atribuído o direito exclusivo à autodeterminação. Além disso, "Jerusalém unificada" é declarada a capital de Israel.

A chuva de críticas e a forte oposição à lei pela sociedade israelense mostra um país profundamente dividido, até mesmo à beira de uma ruptura. Nesse encontro debateremos as motivações para a aprovação dessa legistação e as reações que não se restringem apenas à Israel, mas a setores da comunidade judaica e internacional como um todo.



O FIM DO AMOR


Como a psicanálise (com a sua subjetividade) e a justiça (com a sua objetividade) nos ajudam a atravessar o fim do amor? Em uma cultura composta por relações cada vez mais efêmeras, qual o lugar da família? E quais as consequências dessa efemeridade para a função parental?

O fim do amor é normalmente vivido como o fracasso de uma promessa, a frustração de uma esperança. Isso pode colocar o sujeito diante de uma perda sentida como irrecuperável, muitas vezes transportada para o campo da justiça.

Nessa aula aberta, a juíza de família Andréa Pachá e a psicanalista Sandra Niskier Flanzer abordam, à luz do direito e da psicanálise, a ruptura de relações estabelecidas a princípio para durar. A discussão será feita a partir da apresentação de casos reais em que os lugares familiares e a parentalidade ficam em questão - por exemplo, na alienação parental ou na ausência de um dos pais.



DA SEGURANÇA PÚBLICA À POLÍTICA DE DROGAS – COMO TORNAR NOSSAS CIDADES MAIS SEGURAS?


O direito à segurança é uma necessidade básica do cidadão e um dos pilares de nossa Constituição. Porém, tudo indica que em 2018 pelo menos 60 mil brasileiros serão assassinados. Por quê? Como evitar?

Nosso país é o campeão em mortes violentas no mundo, com cerca de 60 mil ocorrências por ano. A maioria das vítimas é jovem, negra, do sexo masculino e perde a vida sob a ação de armas de fogo. Parte considerável desses homicídios e quase 30% da população carcerária mantêm relações com o tráfico de drogas. Assim, a segurança pública e a política de drogas são temas afins quando se busca combater a violência em nossas cidades.

Com o objetivo de analisar tais questões, a CASA DO SABER RIO convida a pesquisadora Ilona Szabó , uma das vozes mais influentes sobre o tema, para um encontro esclarecedor. Hoje, no limite de uma situação de violência permanente no país, em especial no Rio de Janeiro, ela apresenta estratégias bem-sucedidas de redução de crimes ao redor do mundo e afirma: “A segurança pública não tem lado. ”



HISTÓRIA DA ARTE: PINTURA NO SÉCULO XIX


Esse curso pretende oferecer um panorama das mudanças no campo da pintura a partir das corajosas pinceladas do britânico William Turner no início do século XIX, bem como o definitivo rompimento com as tradições pictóricas a partir do movimento que ficou conhecido como Impressionismo, um caminho sem volta para a modernidade. Muito poderá ser discutido e apresentado em aulas fartamente ilustradas por imagens.

-> Dado o extenso programa do curso, o professor se reserva o direito de fazer pequenas alterações no andamento das aulas, de acordo com as necessidades do próprio curso e com a aquiescência dos alunos.  



A VIDA NÃO É JUSTA


Joice Niskier, atriz e diretora de teatro, lendo as primeiras histórias do livro A vida não é justa, da juíza Andréa Pachá, sentiu uma vontade imensa de começar de novo a leitura. “Queria reler e agora em voz alta”, pensou. E assim o fez, e outra vez, e achou que, se colocasse numa certa sequência, seria possível criar um roteiro que conduzisse o ouvinte a uma sala de teatro. Também, pudera! Andréa, juíza desde 1994, , foi roteirista e produtora teatral por cinco anos antes da magistratura e teve a sorte, digamos assim, de atuar durante 15 anos na Vara de Família. A família, um lugar por excelência do drama humano. E assim, entre o amor e o ódio, entre filhos precoces e acertos de contas, entre separações e reconciliações, Andréa nos sensibiliza com a sua escrita, sua compaixão e seu magistral senso de justiça, defendendo a humanidade do Direito.

Sejam todos bem-vindos a sentar-se nas cadeiras do emblemático Imperator e testemunhar, sem juízo de valor, histórias reais que poucos escritores ousariam imaginar, lidas pelos atores Claudio Mendes, Daniel Chagas, Leticia Isnard e Monica Bittencourt. Ao final da leitura, teremos uma conversa com a juíza, que nos contará mais sobre a experiência de decidir a respeito de situações tão importantes na vida de pessoas epara quem o diálogo não é mais possível, para quem é necessário que uma lei, ou o entendimento dela, faça justiça. E que não nos enganemos, pois a vida não é justa.  

> Este encontro ocorrerá no Centro Cultural João Nogueira - Imperator (rua Dias da Cruz, 170 - Meier, Rio de Janeiro)
> A entrada é gratuita e os ingressos poderão ser retirados uma hora antes do evento na bilheteria do Imperator