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AS LEIS TRABALHISTAS: NEGOCIAÇÕES E ACORDOS


Inúmeras Medidas Provisórias foram editadas nos últimos meses e estão impactando diretamente nas relações de emprego, no Direito do Trabalho, na economia e na vida das pessoas. Todas decorrentes do Decreto Legislativo 6/20 que decretou o estado de calamidade pública. O maior bem jurídico que se pretende proteger através destas medidas é a vida, já que o sistema público de saúde não vai conseguir amparar todos os necessitados.

Nesse encontro, a CASA DO SABER RIO recebe a desembargadora Volia Bomfim Cassar e o especialista em negociação Breno Paquelet para apresentar um panorama pormenorizado dos impactos destas medidas no direito do trabalho e o cuidado ao negociar para construir acordos viáveis e não deixar que as emoções atrapalhem potenciais acordos mutuamente satisfatórios. 

>>> Esta palestra faz parte da programação online da CASA DO SABER RIO via Zoom. Os inscritos receberão por e-mail no dia de cada aula o código e a senha de acesso à sala virtual.

 



MEMÓRIA, NOSTALGIA E TRAUMAS COLETIVOS: DO DEVER DE LEMBRAR AOS DIREITOS DE ESQUECER


Diante das atuais experiências de perda, ansiedades e dúvidas sobre o futuro de nossas vidas pessoais e em sociedade, quais são os papéis que a memória pode desempenhar? O que, por que e como lembramos e esquecemos? O que nos leva a desejos de “volta ao passado” e a elogios à nostalgia? Para além de nossas projeções e desejos por futuros alternativos, é possível haver nostalgia em relação ao que ainda não veio? De que forma noções como utopia, distopia, heterotopia, retrotopia, ideologia etc. nos auxiliam a observar as interações entre passado(s), presente(s) e futuro(s) que vivenciamos? Quais seleções, exigências, aleatoriedades e políticas estão em jogo, em âmbitos individuais e coletivos, nas construções de memórias sobre acontecimentos traumáticos, a exemplo de pandemias, guerras e tragédias naturais?

A memória é amiúde representada em nossas sociedades como uma região poupada das intempéries do tempo, onde estariam depositadas e armazenadas lembranças de situações e eventos do passado. Porém, apesar de sua inegável relação com o já transcorrido, a memória é uma produção conectada a exigências do tempo presente, nunca excluindo dinâmicas entre lembrança e esquecimento ou ainda diálogos e embates entre o direito de esquecer e o dever de lembrar.

Nessa palestra iremos apresentar um panorama das principais noções de memória (à luz de autores da filosofia, da história e da memória social) e trabalhar com recentes abordagens dos estudos da nostalgia, suscitando discussões articuladas a pontos de tensão (e a acontecimentos marcantes) da vida contemporânea.

>>> Esta palestra faz parte da programação online da CASA DO SABER RIO via Zoom. Os inscritos receberão por e-mail no dia de cada aula o código e a senha de acesso à sala virtual.

 



UMA BREVE HISTÓRIA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS


Relações Internacionais é uma disciplina de fundamental relevância da Ciência Política. Focada nas relações entre os Estados e entre os Estados e outras instituições pertencentes ao sistema internacional, esta área do conhecimento caracteriza-se pela interdisciplinaridade, aglutinando, por exemplo, os campos da Política, do Direito, da Economia e da História.

Esse curso tem como objetivo apresentar um olhar global sobre a evolução do sistema internacional desde a Paz de Vestfália (1648) até o início do século XXI. O panorama será realizado a partir das perspectivas clássicas das Relações Internacionais, como a construção da noção de soberania, as guerras sistêmicas europeias, a formação dos Estados-Nação no século XIX, a universalização do Sistema de Estados- Nação para América, África e Ásia, as guerras mundiais e a Guerra Fria.



MODELOS DE SAÚDE: QUAL O SEU PREFERIDO?


A Constituição brasileira estabelece a saúde como um direito de todos e uma obrigação do Estado. Nesse sentido, foi criado em 1988 o Sistema Único de Saúde (SUS), que completou 30 anos acumulando qualidades e defeitos. Todos os brasileiros e estrangeiros legalmente residentes no Brasil têm, portanto, direito ao SUS. Por que, então, muitos se veem na obrigação de pagar mensalmente um plano de saúde suplementar?

Para entendermos como funcionam os sistemas e o acesso à saúde no Brasil e em outros países, assistiremos ao relato de Mitch Katz, CEO da NYC Health + Hospitals, maior sistema de saúde pública dos Estados Unidos, no TEDMED Talk. No vídeo, ele aborda o verdadeiro desafio de se oferecer saúde de qualidade a um grande número de pessoas.

Após a exibição, teremos um debate moderado pelo médico Miguel Souza Aguiar Netto, que receberá os também médicos Hans Dohmann e João Manoel Pedroso.



A REVOLUÇÃO FRANCESA 230 ANOS  DEPOIS: O BALANÇO DE UM LEGADO


Em 2019, completam-se duzentos e trinta anos do começo da Revolução Francesa. Iniciado com o abandono dos Estados-Gerais, por parte do Terceiro Estado, e a formação da Assembléia-Nacional, o movimento revolucionário ganharia o seu marco simbólico com a Tomada da Bastilha. A Bastilha funcionava como uma prisão para membros das camadas abastadas e letrados contrários ao governo, além de constituir um dos principais símbolos do absolutismo monárquico. 
 

Considerando o dia 14 de julho de 1789 como uma referência histórica que nos remete a valores e políticas importantes, este curso apresentará os antecedentes do movimento revolucionário e as rupturas por ele desencadeadas, que viriam a constituir um legado determinante no que diz respeito às instituições, aos direitos e à própria concepção de humanidade para o mundo contemporâneo.



REFUGIADOS - DA URGÊNCIA DO DEBATE


Muito se tem discutido sobre a emergência de novas populações em trânsito no mundo. Guerras, violações de direitos humanos e disputas econômicas impulsionam o aumento de solicitantes de refúgio. Os Estados receptores precisam focar na integração efetiva destes indivíduos, fomentando o seu acesso aos direitos sociais por meio de diferentes políticas públicas.

A CASA DO SABER RIO, em parceria com o PARES Cáritas RJ, recebe Mireile Muluila, da República Democrática do Congo, e Maria Gabriela Moreno, da Venezuela, para um bate-papo sobre a questão do refúgio no Brasil, que será seguida por uma experiência gastronômica com o casal José e Maria, também da vizinha Venezuela.

APOIO



ISRAEL, UM ESTADO JUDEU


No dia 19 de julho de 2018 o Parlamento de Israel aprovou uma controversa lei que define o país como o Estado do povo judeu. Legisladores árabes, cidadãos druzos, partidos de esquerda e representantes do judaísmo liberal criticaram a aprovação da lei, afirmando que ela é discriminatória e coloca em risco a democracia do país.

Aprovada por 62 votos a 55, após um intenso debate, a "lei "naçãonal" protege a identidade judaica de Israel. A nova legislação afirma que "Israel é a terra natal histórica do povo judeu", ao qual é atribuído o direito exclusivo à autodeterminação. Além disso, "Jerusalém unificada" é declarada a capital de Israel.

A chuva de críticas e a forte oposição à lei pela sociedade israelense mostra um país profundamente dividido, até mesmo à beira de uma ruptura. Nesse encontro debateremos as motivações para a aprovação dessa legistação e as reações que não se restringem apenas à Israel, mas a setores da comunidade judaica e internacional como um todo.



O FIM DO AMOR


Como a psicanálise (com a sua subjetividade) e a justiça (com a sua objetividade) nos ajudam a atravessar o fim do amor? Em uma cultura composta por relações cada vez mais efêmeras, qual o lugar da família? E quais as consequências dessa efemeridade para a função parental?

O fim do amor é normalmente vivido como o fracasso de uma promessa, a frustração de uma esperança. Isso pode colocar o sujeito diante de uma perda sentida como irrecuperável, muitas vezes transportada para o campo da justiça.

Nessa aula aberta, a juíza de família Andréa Pachá e a psicanalista Sandra Niskier Flanzer abordam, à luz do direito e da psicanálise, a ruptura de relações estabelecidas a princípio para durar. A discussão será feita a partir da apresentação de casos reais em que os lugares familiares e a parentalidade ficam em questão - por exemplo, na alienação parental ou na ausência de um dos pais.



DA SEGURANÇA PÚBLICA À POLÍTICA DE DROGAS – COMO TORNAR NOSSAS CIDADES MAIS SEGURAS?


O direito à segurança é uma necessidade básica do cidadão e um dos pilares de nossa Constituição. Porém, tudo indica que em 2018 pelo menos 60 mil brasileiros serão assassinados. Por quê? Como evitar?

Nosso país é o campeão em mortes violentas no mundo, com cerca de 60 mil ocorrências por ano. A maioria das vítimas é jovem, negra, do sexo masculino e perde a vida sob a ação de armas de fogo. Parte considerável desses homicídios e quase 30% da população carcerária mantêm relações com o tráfico de drogas. Assim, a segurança pública e a política de drogas são temas afins quando se busca combater a violência em nossas cidades.

Com o objetivo de analisar tais questões, a CASA DO SABER RIO convida a pesquisadora Ilona Szabó , uma das vozes mais influentes sobre o tema, para um encontro esclarecedor. Hoje, no limite de uma situação de violência permanente no país, em especial no Rio de Janeiro, ela apresenta estratégias bem-sucedidas de redução de crimes ao redor do mundo e afirma: “A segurança pública não tem lado. ”