Busca

     

Resultado



AS LEIS TRABALHISTAS: NEGOCIAÇÕES E ACORDOS


Inúmeras Medidas Provisórias foram editadas nos últimos meses e estão impactando diretamente nas relações de emprego, no Direito do Trabalho, na economia e na vida das pessoas. Todas decorrentes do Decreto Legislativo 6/20 que decretou o estado de calamidade pública. O maior bem jurídico que se pretende proteger através destas medidas é a vida, já que o sistema público de saúde não vai conseguir amparar todos os necessitados.

Nesse encontro, a CASA DO SABER RIO recebe a desembargadora Volia Bomfim Cassar e o especialista em negociação Breno Paquelet para apresentar um panorama pormenorizado dos impactos destas medidas no direito do trabalho e o cuidado ao negociar para construir acordos viáveis e não deixar que as emoções atrapalhem potenciais acordos mutuamente satisfatórios. 

>>> Esta palestra faz parte da programação online da CASA DO SABER RIO via Zoom. Os inscritos receberão por e-mail no dia de cada aula o código e a senha de acesso à sala virtual.

 



CONSTRUINDO PROPÓSITO E REPUTAÇÃO EM UM MUNDO HIPERCONECTADO


É cada vez mais visível que as mídias sociais trouxeram uma nova dinâmica ao processo de comunicação. Todos os stakeholders estão presentes na grande arena global, trocando informações e percepções sobre as organizações. Este novo contexto desafia as empresas a refletir sobre a sua postura e repensar as suas práticas. Não basta mais uma boa marca ou uma boa campanha publicitária: tudo é instantâneo e possui alcance mundial.

Dentre os alicerces fundamentais para vencer nesta nova realidade, está a habilidade de se comunicar de forma singular e verdadeira com todos os stakeholders, alcançando corações e mentes. Por isso, conceitos como “propósito” e “valor compartilhado” passaram a fazer parte do vocabulário corporativo, não como novos jargões ou modismos, mas sim como parte de um novo patamar exigido pela sociedade. Hoje, as marcas interagem e dialogam com transparência e têm como preocupação central o equilíbrio de todo o seu ecossistema.

Esta orientação estratégica faz com que as marcas sejam percebidas como responsáveis, fortalecendo a sua reputação corporativa e garantindo maior competitividade ao desenvolvimento dos seus negócios.

TÓPICOS ABORDADOS:

• Contexto atual da comunicação e os desafios das organizações;

• a importância da gestão da marca e da reputação no contexto da estratégia corporativa;

• compreensão das demandas da sociedade e o novo papel das organizações dentro da “Economia da Reputação”;

• conceitos de Marketing 3.0: “propósito”, “valor compartilhado” e o conceito de “marcas sustentáveis”;

• conceito e mapeamento de stakeholders;

• a criação de “valor compartilhado a partir da identificação e mapeamento das expectativas dos stakeholders;

• o papel da comunicação organizacional e da influência de terceiros na formação da percepção da marca e da reputação corporativa e a consequente competitividade da organização;

• principais dimensões de avaliação da reputação e respectivos atributos;

• mitigação dos riscos associados à reputação.
 



ECONOMIA E SAÚDE EM TEMPOS DE PANDEMIA: PRECISMOS ESCOLHER ENTRE UMA COISA OU OUTRA?


De um lado, defensores do Estado mínimo que entendem que a economia é autorregulada, tais como os expoentes do pensamento econômico da Escola de Chicago e vencedores do Prêmio Nobel da área, como George Joseph Stigler (1911-1991) e Milton Friedman (1912-2006). Por outro lado, o economista John Maynard Keynes (1883-1946) formulou uma teoria de que o Estado deve tomar medidas fiscais e monetárias para garantir o pleno emprego. Por exemplo, para Stigler e Friedman, o mercado se autorregula e, por conseguinte, deve ser mínimo. Para Keynes, o Estado não deve ser mínimo, mas engana-se quem considera que sua teoria defenda o Estado máximo – o que só faz sentido em argumentações socialistas.

Diante de uma pandemia – enfermidade contagiosa em escala mundial provocada por um vírus que não possui vacina, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda lockdown, isto é, uma medida que impeça a sua disseminação e impedindo uma escalada exponencial de mortes. Neste encontro, o filósofo Renato Noguera nos apresenta um panorama da discussão atual sobre a flexibilização do isolamento social ou a recomendação para o isolamento total.

>>> Esta palestra faz parte da programação online da CASA DO SABER RIO via Zoom. Os inscritos receberão por e-mail no dia de cada aula o código e a senha de acesso à sala virtual.

 



PANDEMIA E FILOSOFIA: O CORONAVÍRUS DE HOJE E O MUNDO DE AMANHÃ, SEGUNDO BYUNG-CHUL HAN, ACHILLE MBEMBE E DOMENICO DE MASI


Num contexto de pandemia e tendo como ponto de partida a ideia de necropolítica, será que o poder de matar estaria “democraticamente” acessível a todos que defendem a liberdade? Em paralelo, sabemos que apenas o controle em larga escala é capaz de evitar a expansão do vírus, visto que enquanto países asiáticos lutam contra ele tendo em mãos os mais diversos dados sobre sua população, no Ocidente as decisões tardam e o fechamento de fronteiras torna-se palavra de ordem. Mas, isso não traz consigo o desejo pela produtividade e a revitalização de uma sociedade do cansaço? Nesse contexto alguma preguiça ainda é possível? Quais os mundos que nos aguardam num futuro próximo? Quais recursos filosóficos para enfrentarmos um momento que surge como novo marco civilizatório da humanidade?

Diante deste e de outros questionamos e a partir das reflexões filosóficas do sul-coreano Byung-Chul Han, do camaronês Achille Mbembe e do italiano Domenico De Masi, nessa palestra iremos debater alguns dos impactos na política e na economia mundial em tempos de pandemia.

>>> Esta palestra faz parte da programação online da CASA DO SABER RIO via Zoom. Os inscritos receberão por e-mail no dia de cada aula o código e a senha de acesso à sala virtual.

 



ECONOMIA E POLÍTICA NA DITADURA MILITAR BRASILEIRA


Em 31 de março de 1964, um golpe militar foi deflagrado contra o presidente João Goulart, forçando o exílio de Jango e a chegada ao poder, em 15 de abril do mesmo ano, do general Castello Branco, o primeiro de cinco militares que governariam o país até 1985, ano da redemocratização. Quais os objetivos que motivaram a deposição do governo, eleito legalmente? Que propostas fizeram parte da agenda econômica na gestão militar? A luta contra a “subversão” e “ameaça comunista” foram o gatilho para o golpe?

Nesse encontro especial, a CASA DO SABER RIO recebe a jornalista Miriam Leitão para uma conversa sobre os aspectos políticos e econômicos que marcaram o regime de exceção no país e quais os seus reflexos no Brasil contemporâneo.

 



ECONOMIA PARA TELESPECTADORES: PERGUNTAS QUE VOCÊ SEMPRE QUIS FAZER, MAS NÃO SABIA COMO


Por que os preços sobem? Por qual razão o valor do dólar oscila? Há emprego para todos? Quem determina a taxa de juros? O governo pode gastar mais do que arrecada? Somos expostos diariamente a estes e a outros questionamentos nos noticiários, nas rodas de conversa do trabalho e até no tradicional almoço de domingo em família. Muitas vezes, eles provocam uma série de dúvidas e inseguranças sobre o funcionamento do sistema econômico e sobre como ele impacta as nossas vidas.

Neste curso, somos convidados a um passeio pelos conceitos econômicos fundamentais. Com uma linguagem clara e acessível, a ideia é expor os principais teóricos e correntes de pensamento, estabelecendo um canal direto com os cenários contemporâneos. Serão apresentados e analisados os principais indicadores econômicos – PIB, taxa de juros, taxa de câmbio, inflação e gasto público –, além das teorias que serviram de base para as diferentes políticas de governo no Brasil, discutindo a sua aplicação e consequente eficácia.



A PSICANÁLISE DAS CRISES FINANCEIRAS: UM NOVO SABER SOBRE OS IMPASSES DO NOSSO TEMPO


As seguidas crises financeiras diminuem a confiança na racionalidade dos mercados e abrem caminho para teorias que levam em conta os fatores psicológicos nos fenômenos econômicos. Ao examinar esse novo discurso, ancorado na noção da racionalidade limitada, destacam-se as contribuições da psicanálise. O curso propõe provocar a tensão entre postulados da economia, da psicologia econômica e da psicanálise, oferecendo, a partir daí, um novo saber sobre os impasses financeiros do nosso tempo.



SOCIEDADE CRIATIVA: O QUE É, POR QUE DOMINOU O MUNDO E COMO FAZER PARTE DELA?


Entramos definitivamente na era da criatividade. Fomentar uma cultura da criação é essencial para o sucesso de qualquer empresa, instituição ou coletivo. Entender como participar de forma pertinente dessa “Sociedade Criativa” que está redefinindo o mundo em que vivemos é o principal objetivo do encontro. A ideia é traçar um panorama sobre quatro pilares fundamentais para o tema: Economia Criativa, Cultura Criativa, Excelência Criativa e Processo Criativo.



MUDANÇAS CLIMÁTICAS: UMA QUESTÃO DE CIÊNCIA OU DE IDEOLOGIA?


O Brasil sempre ocupou uma posição de liderança no cenário internacional no que diz respeito à formulação das políticas de mudanças climáticas. Além de ter sediado a Rio 92 e a Rio+20, deu muitas contribuições que acabaram por se tornar paradigmáticas no combate ao aquecimento global. O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), por exemplo, que introduziu o comércio internacional de Reduções de Emissões e consubstanciou o princípio da “responsabilidade comum, porém diferenciada” no âmbito do Protocolo de Quioto, foi um dos inúmeros aportes que conferiram ao nosso país uma posição de destaque nas negociações multilaterais.

Nos últimos anos, entretanto, a participação brasileira veio perdendo o seu protagonismo. Uma série de imprecisões conceituais, aliadas a um viés ideológico que buscava aglutinar recursos e centralizar o processo decisório, culminaram por delinear um posicionamento oficial brasileiro não apenas conflitante com os princípios que devem nortear uma economia de mercado mas também alheio às vantagens comparativas que o Brasil apresenta quanto aos custos marginais de reduções de emissões.

Esse encontro tem o objetivo de apresentar os principais aspectos que precisam de urgente revisão tanto na recente política brasileira de mudanças climáticas quanto no Acordo de Paris.