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ENVELHECIMENTO E LONGEVIDADE


Após o sucesso de um primeiro encontro, o epidemiologista Alexandre Kalache, especialista em questões de longevidade, retorna à CASA DO SABER RIO para mais um bate-papo estimulante sobre envelhecimento populacional e os seus desafios.

Presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil, Kalache quebrou paradigmas ao notar o fenômeno social ao qual chamou de “revolução da longevidade” e ao compreender a velhice como um momento de riqueza pessoal para homens e mulheres. O que as últimas pesquisas nos revelam sobre expectativa e qualidade de vida? Discutiremos números, dicas para hábitos mais saudáveis e todos os riscos e potencialidades da famosa terceira idade.



A INVENÇÃO DE UMA BELA VELHICE – PROJETOS DE VIDA E A BUSCA DA FELICIDADE


A ciência hoje sinaliza para um aumento significativo da nossa expectativa de vida. O cientista inglês Aubrey de Grey defende que, com as células-tronco e a terapia gênica, as pessoas poderão viver até mil anos sem que fiquem mais frágeis, doentes e decrépitas. Há, nesse caso, uma necessidade urgente de colocarmos em xeque os nossos projetos de envelhecimento e inventarmos outros que se enquadrem nessa nova perspectiva que é dada pela ciência, possibilitando assim alcançarmos uma bela velhice.

Nesses dois encontros, a antropóloga Mirian Goldenberg debaterá questões surgidas ao longo de 25 anos de pesquisas realizadas com 5 mil mulheres e homens, apresentando dados comparativos levantados em outros países e culturas. O objetivo é discutir a invenção de uma bela velhice e compreender as diferenças entre visões, comportamentos e valores de mulheres e homens de gerações variadas, destacando a importância dos projetos de vida em todas as fases da vida. Uma discussão que, necessariamente, abordará temas como felicidade, liberdade, diversidade, uso do tempo, família, amizades e trabalho, entre outros.



VITALIDADE COGNITIVA


Nossa memória está intimamente ligada a nosso engajamento à vida, à maneira como percebemos e interpretamos o mundo, à capacidade de sonhar e vislumbrar um sentido para a existência. As frequentes demandas do dia a dia, muitas vezes estressantes, podem nos sobrecarregar e comprometer a eficácia cognitiva. Elas podem ocupar boa parte do foco da atenção sem que tenhamos plena consciência de sua presença e do nível de interferência que exercem a cada instante.

 

Neste encontro, a médica geriatra Tania Guerreiro abordará o uso da memória no cotidiano, as mudanças que ocorrem no envelhecimento, o que a ciência diz sobre prevenção de declínio cognitivo e a proposta de otimização cognitiva, além de oferecer estratégias para a conquista de uma memória eficaz.

 



Amor, sexo e felicidade


A partir de pesquisas antropológicas realizadas com 5 mil homens e mulheres nos últimos 25 anos, o curso buscará debater questões surgidas da comparação entre os dados levantados no Brasil com os de outras culturas. A ideia é tentar compreender as diferenças entre visões, comportamentos e valores presentes em gerações distintas, com destaque para a importância da liberdade e da felicidade. Pretende-se ainda aprofundar a discussão sobre a distância entre o discurso e o comportamento efetivo das pessoas em relação a valores como casamento, sexualidade, fidelidade, intimidade, corpo e envelhecimento.



A arte de envelhecer


Partindo de diferentes perspectivas filosóficas, o curso apresenta "lições" para se viver e se envelhecer bem. O tema do envelhecimento será trabalhado à luz do estoicismo, do epicurismo e do pensamento de Schopenhauer. Também será abordada a relação da chegada da maturidade com a filosofia dos sete princípios de Maulana Karenga, sociólogo e filósofo criador da celebração afro-americana Kwanzaa.



UMA HISTÓRIA DAS MULHERES NO BRASIL IV


“Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim ficar voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI... mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania: votar, usar anticoncepcionais, divorciar-se, ir à praia de biquíni, ocupar cargo de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas.” Uma das mais renomadas historiadoras brasileiras, autora de mais de 35 livros, Mary del Priore aborda, nesse ciclo de quatro aulas abertas, as lutas femininas nos últimos séculos no país, do período da colonização portuguesa aos dias atuais. Ela mostra as transformações e conquistas obtidas em diversos campos, como o casamento, a maternidade, a família, o envelhecimento, o corpo, a sexualidade, o trabalho e as funções na sociedade. A alteração do papel da mulher dentro das famílias, a mudança nos padrões de beleza e de corpo e a submissão (ou não) a esses modelos. Como eram as mulheres brasileiras nos séculos passados e como elas são hoje. O que mudou em comportamentos e desejos. E o que ainda guarda traços de hábitos, tradições e modelos antigos.



UMA HISTÓRIA DAS MULHERES NO BRASIL III


“Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim ficar voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI... mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania: votar, usar anticoncepcionais, divorciar-se, ir à praia de biquíni, ocupar cargo de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas.” Uma das mais renomadas historiadoras brasileiras, autora de mais de 35 livros, Mary del Priore aborda, nesse ciclo de quatro aulas abertas, as lutas femininas nos últimos séculos no país, do período da colonização portuguesa aos dias atuais. Ela mostra as transformações e conquistas obtidas em diversos campos, como o casamento, a maternidade, a família, o envelhecimento, o corpo, a sexualidade, o trabalho e as funções na sociedade. A alteração do papel da mulher dentro das famílias, a mudança nos padrões de beleza e de corpo e a submissão (ou não) a esses modelos. Como eram as mulheres brasileiras nos séculos passados e como elas são hoje. O que mudou em comportamentos e desejos. E o que ainda guarda traços de hábitos, tradições e modelos antigos.



UMA HISTÓRIA DAS MULHERES NO BRASIL II


“Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim ficar voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI... mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania: votar, usar anticoncepcionais, divorciar-se, ir à praia de biquíni, ocupar cargo de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas.” Uma das mais renomadas historiadoras brasileiras, autora de mais de 35 livros, Mary del Priore aborda, nesse ciclo de quatro aulas abertas, as lutas femininas nos últimos séculos no país, do período da colonização portuguesa aos dias atuais. Ela mostra as transformações e conquistas obtidas em diversos campos, como o casamento, a maternidade, a família, o envelhecimento, o corpo, a sexualidade, o trabalho e as funções na sociedade. A alteração do papel da mulher dentro das famílias, a mudança nos padrões de beleza e de corpo e a submissão (ou não) a esses modelos. Como eram as mulheres brasileiras nos séculos passados e como elas são hoje. O que mudou em comportamentos e desejos. E o que ainda guarda traços de hábitos, tradições e modelos antigos.



UMA HISTÓRIA DAS MULHERES NO BRASIL I


“Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim ficar voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI... mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania: votar, usar anticoncepcionais, divorciar-se, ir à praia de biquíni, ocupar cargo de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas.” Uma das mais renomadas historiadoras brasileiras, autora de mais de 35 livros, Mary del Priore aborda, nesse ciclo de quatro aulas abertas, as lutas femininas nos últimos séculos no país, do período da colonização portuguesa aos dias atuais. Ela mostra as transformações e conquistas obtidas em diversos campos, como o casamento, a maternidade, a família, o envelhecimento, o corpo, a sexualidade, o trabalho e as funções na sociedade. A alteração do papel da mulher dentro das famílias, a mudança nos padrões de beleza e de corpo e a submissão (ou não) a esses modelos. Como eram as mulheres brasileiras nos séculos passados e como elas são hoje. O que mudou em comportamentos e desejos. E o que ainda guarda traços de hábitos, tradições e modelos antigos.