DEPRESSÃO OU TRISTEZA? SOBRE A "DOR DE EXISTIR"


Sandra Niskier Flanzer

De 03 a 24 de october - Fridays - das 19h30 às 21h30 - 4 encontros

Reprodução
CONCLUÍDO

Sob que formas um sujeito manifesta a sua dor? Como diferenciar, à luz da psicanálise, tristeza, depressão e dor? Há diversas maneiras de lidar com a dor, cada vez mais escamoteadas. A dor se refere sempre a uma perda fundamental, e é, por vezes, tão inevitável quanto necessária (quando se trata da “dor de existir”). Em seu ensaio “Luto e melancolia”, Freud distingue uma perda vivida como luto de outra, que permanece sem elaboração, denominada melancolia. A tristeza vivenciada pela ausência de um objeto difere da prostração e da apatia advindas de uma posição na qual nada é capaz de afetar o sujeito, um “esvaziamento do eu”, um furo cavado por onde a vida escoa. Essas noções serão abordadas à luz de alguns trechos da obra de Clarice Lispector, que, como ninguém, soube expressar a dor de existir.

ÁREA DO ALUNO
Faça o download do material do curso

aulas


  • 03 OUT | CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA PSICANÁLISE
    Freud e Lacan numa abordagem sobre a dor.


  • 10 OUT | DEPRESSÃO OU TRISTEZA?
    Seria a depressão uma dor ou uma ausência de dor?


  • 17 OUT | MELANCOLIA
    O nada para além da moldura vazia.


  • 24 OUT | SOBRE A “DOR DE EXISTIR”
    Uma visão histórica sobre o termo, auxiliada pela literatura de Clarice Lispector.


ministrado por


  • Sandra Niskier Flanzer

    Psicanalista clínica. Possui pós-doutorado, é doutora e mestre em Teoria Psicanalítica pela UFRJ, além de especialista em Psicanálise pelo CEPCOP da Universidade Santa Úrsula. Membro do Tempo Freudiano Associação Psicanalítica. TEDx Speaker, autora de diversos artigos em revistas especializadas de Psicanálise e dos livros a pa-lavra; Por um, segundo; Re/talhos; do quarto; e o quinto (dos infernos).