NIETZSCHE, DELEUZE E A ARTE: O IDEAL DE MUNDO VERDADEIRO E AS SUAS CONSEQUÊNCIAS NEFASTAS


Auterives Maciel Jr.

De 06 de november a 04 de december - Wednesdays - das 17h às 19h - 4 encontros

Da filosofia de Friedrich Nietzsche a Gilles Deleuze, passando pela arte de Herman Melville e pelo cinema de Orson Welles, a vida é vista por sua capacidade de produzir simulações, máscaras, tipos psicossociais e modos de existência inéditos. Essa abordagem da vida, contudo, só é devidamente compreendida se a opusermos ao ideal de um mundo verdadeiro, tal como concebido pela doutrina platônica. Contra o mundo da verdade e a consequente doutrina do julgamento, Nietzsche reflete sobre o poder de se criar maneiras inéditas de viver. E Deleuze ocupa-se das potências do falso da vida que se manifestam na criação artística. Nesse curso, a arte será usada como exemplo da mais alta potência do falso e como reflexo da crítica que tais autores empreendem ao ideal do mundo verdadeiro e suas consequências nefastas.

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Valor R$ 400.00

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aulas


  • 06 NOV | PLATÃO E O MUNDO DA VERDADE

    A doutrina do julgamento. A reversão do platonismo. A vontade de potência e o devir. Nietzsche contra Platão.


  • 13 NOV | A FILOSOFIA DAS MÁSCARAS

    A vida e sua potência de metamorfose. O homem verídico e a teoria do homem superior. A arte como a mais alta potência do falso.


  • 27 NOV | AS POTÊNCIAS DO FALSO

    Deleuze e os devires. F de falso: o cinema de Orson Welles. O simulacro na arte moderna.


  • 04 DEZ | SIMULACRO E POLÍTICA: UMA AVALIAÇÃO IMANENTE

    Os poderes como manifestação da vontade de nada. Poder e potência. A experiência e a criação de novas maneiras de existir.


ministrado por


  • Auterives Maciel Jr.

    Professor do Departamento de Psicologia da PUC-Rio e do programa interdisciplinar Psicanálise, Saúde e Sociedade da Universidade Veiga de Almeida. Mestre em Filosofia pela Uerj e doutor em Teoria Psicanalítica pela UFRJ. É autor dos livros Os pré-socráticos: a invenção da razão; Polifonias: clínica, política e criação; e O Todo-Aberto: duração e subjetividade em Henri Bergson.

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