PARANGOLÉS, BICHOS E BALÉS – A ARTE NEOCONCRETA BRASILEIRA


Franz Manata

De 04 a 18 de september - Wednesdays - das 19h30 às 21h30 - 3 encontros

CONCLUÍDO

O período remonta ao final dos anos 1950. Tendências construtivistas e positivistas tomam o país, provocando rebuliço no seio das artes plásticas brasileiras. Preocupados com o tom técnico-científico da época, artistas como Lygia Clark, Ferreira Gullar e Lygia Pape assinam o Manifesto Neoconcreto e dão início a um movimento de ruptura e reencontro artístico com a subjetividade. Era a vez da liberdade de experimentação e materialidade do ritmo do neoconcretismo.

A pintura ganha novos voos com a linha orgânica de Lygia Clark e as formas e cores conquistam o espaço e rompem a distância entre o observador e a obra nos Bólides e Parangolés de Hélio Oiticica e no Balé Neoconcreto, de Pape.

Neste encontro, revisitaremos o projeto neoconcretista e a contribuição de três dos maiores nomes que mobilizaram as vanguardas artísticas e políticas do país nos anos 1960.

ÁREA DO ALUNO
Faça o download do material do curso

aulas


  • 04 SET | HÉLIO OITICICA (1937 – 1980)


  • 11 SET | LYGIA CLARK (1920 - 1988)


  • 18 SET | LYGIA PAPE (1927 – 2004)


ministrado por


  • Franz Manata

    Artista, curador e professor com mestrado em Linguagens Visuais e formação em Economia, Sociologia e Administração Financeira. Foi coordenador de produção, curador assistente e cocurador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio). Trabalha como consultor de arte para instituições públicas, coleções particulares e corporativas, tais como Grupo Santander Brasil, Furnas Sociocultural, MinC e Funarte. Participa há 20 anos de projetos solo e coletivos no Brasil e no exterior, articulando diversas mídias e áreas do conhecimento.