PERSPECTIVAS ATUAIS NO AUTISMO: CONTRIBUIÇÕES DA NEUROCIÊNCIA


Ana Saitovitch, Monica Zilbovicius

13 e 20 de março - Quartas-feiras - das 17h às 19h - 2 encontros

ESGOTADO

O autismo é um distúrbio do desenvolvimento que desafia a ciência, mas avanços recentes têm contribuído significativamente para melhor compreendê-lo. Esses avanços contribuíram não apenas para uma melhor compreensão sobre o autismo, mas também para o estabelecimento de um diagnóstico cada vez mais precoce.
 

Sabe-se atualmente que o autismo envolve apresentações clínicas variadas, mas a sua principal característica é a dificuldade na interação com o outro e com o mundo ao seu redor. Pessoas diagnosticadas com autismo tem alterações na percepção e na compreensão de sinais sociais, como por exemplo as expressões emocionais e o olhar. A neurociência vem permitindo desvendar cada vez mais os mecanismos cerebrais dessas alterações, sobretudo usando as técnicas modernas de neuroimagem. Estudos recentes revelam anomalias no chamado “cérebro social” em crianças e adultos com autismo. 
 

Todos esses avanços têm contribuído para o desenvolvimento de novas propostas terapêuticas e de práticas de inclusão. Assim, o objetivo desse curso é o de apresentar para profissionais e também para o público em geral esses novos conhecimentos de forma acessível e interativa.

ÁREA DO ALUNO
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aulas


  • 13 MAR | INTRODUÇÃO GERAL E DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES SOCIAIS NA INFÂNCIA com Monica Zilbovicius

    Atualidades sobre o diagnostico clinico em TEAs. Números atuais. Mitos e fatos. Contribuição da pesquisa ao conhecimento do desenvolvimento típico das habilidades sociais. Contribuição desses conhecimentos na compreensão do autismo. Estudos com eye-tracking: apresentação e principais resultados


  • 20 MAR | PESQUISA EM NEUROIMAGEM E NEURO-ESTIMULAÇÃO com Ana Saitovitch

    Novas estratégias de intervenção e inclusão nos TEA.


ministrado por


  • Ana Saitovitch

    Pesquisadora do laboratório de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (INSERM) no Hospital Necker, em Paris. 2008. Possui graduação em Psicologia pela UFRJ, mestrado em Psicologia do Desenvolvimento pela Université Paris X e em Neurociência pela Université Paris VI e doutorado em Neurociência pela Université Paris VI.

  • Monica Zilbovicius

    Diretora do laboratório de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (INSERM) no Hospital Necker, em Paris. Graduada em Medicina pela Usp, mestre Neurobiologia e Psicopatologia dos Comportamentos pela Université VI, doutora em Ciências da Vida pela mesma instituição e em Medicina pela Usp. É livre docente pela Universidade Paris VI.