POR MUITO QUE SE DISSER, O FADO É CANÇÃO BAIRRISTA

LISBOA E SEUS BAIRROS TRADICIONAIS ATRAVÉS DO FADO


Ricardo Nicolay

01 e 08 de august - Thursdays - das 17h às 19h - 2 encontros

CONCLUÍDO

Os primeiros indícios da existência do fado datam do começo do século XIX. Desde então, o gênero vem se constituindo como o principal símbolo da cultura portuguesa, imortalizado na voz de Amália Rodrigues e reconhecidamente territorializado na cidade de Lisboa. Ao longo de dois encontros iremos descortinar a capital portuguesa através do fado, identificando os elos sociais e culturais que o enlaçam com três dos bairros mais tradicionais da cidade: Alfama, Mouraria e Bairro Alto. Afinal, como já dizia o poema de Manuel de Almeida, “por muito que se disser, o fado é canção bairrista”.

Os encontros serão acompanhados por canções interpretadas ao vivo pela cantora e pianista Ana Isabel Guimarães e pelo músico João Bouhid.

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aulas


  • 01 AGO | LISBOA, VELHA CIDADE, CHEIA DE ENCANTOS E BELEZA

    Na primeira parte do curso, nos dedicaremos a um percurso pela história de Lisboa e veremos como ela foi – e continua sendo – uma fonte inesgotável de inspiração para muitos poetas que escreveram para o fado ou tiveram seus poemas imortalizados nas vozes de Amália Rodrigues, Fernando Maurício, Carlos do Carmo, Mariza, Fernanda Maria, Lucília do Carmo e tantos outros.


  • 08 AGO | TODO O BAIRRO VAI ENTÃO CONFIRMAR A DEVOÇÃO: ALFAMA, MOURARIA E BAIRRO ALTO E OS ENLACES COM O FADO

    Neste encontro o itinerário do curso será por bairros típicos da capital portuguesa, que terão apresentadas sua história e suas conexões culturais e sociais com o fado.


ministrado por


  • Ricardo Nicolay

    Curador da CASA DO SABER RIO. Doutor em Geografia e mestre em Comunicação pela Uerj, e bacharel em Ciências Sociais Cpdoc/FGV. É pesquisador do Programa de Extensão em Estudos Avançados em Geografia, Religião e Cultura (Peagerc/Uerj). Foi aluno em intercâmbio no Departamento de Antropologia do Instituto Universitário de Lisboa e investigador no Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (Portugal). Pesquisa o fado há mais de 10 anos, tendo escrito diversos artigos sobre o tema. É sócio-diretor da Sardinha Cultural, produtora que realiza curaria, gestão, produção e, essencialmente, reverbera cultura no Brasil.