ROSTOS DE BERGMAN

VIDA E MORTE EM UM PLANO


Gustavo Chataignier, Luiz Baez

03 e 10 de february - Wednesdays - das 19h às 20h30 - 2 encontros

Do primeiro - Crise (1946) - ao último filme - Saraband (2003) -, Ingmar Bergman (1918-2007) acumulou mais de sessenta títulos como diretor, entre produções cinematográficas e televisivas, além de peças teatrais e emissões radiofônicas. Tornados visíveis por suas lentes, os expressivos rostos de Bibi Andersson, Liv Ullmann e Max Von Sydow - para citar alguns de seus recorrentes colaboradores - invadiam as telas da Suécia e do mundo enquanto traíam tentativas de captura por um sentido único. Seja nas faces cruzadas de Persona (1966), na impassibilidade de O sétimo selo (1957) ou em muitos outros fragmentos desse museu imaginário, uma inesperada síntese integrava, de um lado, a angústia da morte e, de outro, a afirmação da vida, em operações intelectuais imanentes às obras.

Um recorte dessa profícua carreira revela-se tarefa árdua. Recorrendo a uma abordagem que, sem ignorar o rigor da cronologia, privilegia os desafios da interpretação, o curso investiga ideias suscitadas pelas criações bergmanianas. Entendem-se seus filmes como sujeitos, isto é, capazes de produzir novos modos de sentir, ver e avaliar a realidade que nos cerca. Eis a contemporaneidade de Bergman.

CURSO ONLINE AO VIVO + REPLAY
> Este curso faz parte da programação online ao vivo e gravada da Casa do Saber Rio via Zoom.
>> Se não puder participar ao vivo na primeira data, o Replay (gravado) acontece nos dias 05 E 12 DE FEVEREIRO, ÀS 17H.
>>> Os inscritos receberão por e-mail no dia de cada aula o link, o código e a senha de acesso à sala virtual.

INSCRIÇÃO ONLINE
Valor R$ 160.00

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aulas


  • 03 FEV | CRIAÇÃO E EXISTÊNCIA com Gustavo Chataignier e Luiz Baez

    Os primeiros filmes. Monika e "a tomada mais triste da história do cinema". Bergman como mestre de Godard, Truffaut e da Nouvelle Vague francesa. O paradigmático ano de 1957. A ciclicidade interna e externa das obras. Memória e reconciliação. O temor da morte e a valoração da vida em “instantes de felicidade”.


  • 10 FEV | DE UMA GERAÇÃO À OUTRA com Gustavo Chataignier e Luiz Baez

    O “silêncio de Deus”. A imagem e seu duplo. Sarabandas, sonatas e as trilhas musicais. “Lanterna mágica” e “Fanny e Alexander”: autobiografia ou autoficção? As passagens do preto e branco para o colorido, do cinema para a televisão, da película para o digital. O legado de Bergman em cineastas contemporâneos.


ministrado por


  • Gustavo Chataignier

    Professor do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio. Doutor em Filosofia e pesquisador associado do Departamento de Filosofia pela Université Paris 8 (França).

  • Luiz Baez

    Mestre em Comunicação e Bacharel em Cinema pela PUC-Rio. Colaborador-fixo do Críticos.com.br e membro do corpo editorial da Revista ALCEU. Coorganizou o seminário e o livro Rostos de Bergman: vida e morte em um plano.

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