TECNOCIÊNCIA PARA NEO-HUMANOS: RUMO A UMA “VERSÃO 2.0” DA ESPÉCIE


Luiz Alberto Oliveira

15 e 22 de october - Tuesdays - das 19h30 às 21h30 - 2 encontros

CONCLUÍDO

Em nossa civilização, estaria em curso uma mutação sui generis: embora a morfologia orgânica do Homo Sapiens seja a mesma há 120 mil anos, os humanos contemporâneos estariam experimentando uma autêntica deriva cognitiva, incomensurável em relação aos padrões anteriores, rumo a uma “versão 2.0” da espécie. A evolução darwiniana “pura” estaria em vias de ser suplantada por pelo menos dois motivos principais. Primeiro, em função da amplitude planetária dos empreendimentos econômicos, comparável à das grandes causas ambientais na teoria darwiniana. O segundo diria respeito à proliferação de extensões técnicas de movimento, sensibilidade e processamento, que possuem poder de reconfigurar nossos corpos, corações e espíritos.

Uma evolução não-orgânica da Evolução, permitindo antever o aparecimento – ou antes, a produção – de um novo estágio da vida. Torna-se, assim, indispensável debater os aspectos éticos, políticos e históricos dessa transição para uma condição neo-humana e também os reflexos do Antropoceno, característica essencial de nossos dias.

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aulas


  • 15 OUT | DO PRIMATA ANDARILHO À CIVILIZAÇÃO PLANETARIZADA


  • 22 OUT | O ANTROPOCENO E A NEO-HUMANIDADE


ministrado por


  • Luiz Alberto Oliveira

    Curador geral do Museu do Amanhã do Rio de Janeiro. Físico, doutor em Cosmologia. Foi pesquisador do Instituto de Cosmologia, Relatividade e Astrofísica (Icra-BR) do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF/MCTI), onde também atuou como professor de História e Filosofia da Ciência.